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jan 16

[Vacina HPV] Menina de 13 anos de Resende/RJ tem Distrofia Simpático Reflexa e 15 Veias Obstruídas Após Vacinação

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Notícias Naturais

Casos de efeitos adversos graves crescem entre as adolescentes brasileiras. Rafaella Barbosa, uma adolescente de Resende/RJ, vem sofrendo dores terríveis, formigamento e inchaço pelos corpo, sendo diagnosticada com Distrofia Simpático Reflexa. Após algumas pesquisas encontramos vários estudos que fazem associação entre a vacina HPV e a  Distrofia Simpático Reflexa (ou Distúrbio Simpático – Reflexo, ou ainda Síndrome Dolorosa Complexa Regional Tipo 1), doença que a garota foi diagnosticada. 



A menina mais recentemente fez um exame de punção de liquor da coluna que constatou pressão elevada e diagnóstico de pseudo-tumor cerebral. Um neurocirurgião endovascular verificou que Rafaela estava com pelo menos 15 veias obstruídas. Para desobstruir as veias ela passou por uma cirurgia de 7 horas que ainda assim não conseguiu resolver todos os problemas. Os honorários médicos e exames foram todos particulares. Saiba ao fim deste post como ajudar Rafaela.

Fui contactado recentemente por Jaqueline Barbosa, de Resende, no estado do Rio de Janeiro, que me relatou a situação de sua filha, Rafaella Barbosa de Oliveira Silva, uma adolescente de 13 anos que sofreu fortes efeitos adversos após receber a vacina contra HPV no dia 21/03/2014. Horas depois da aplicação da vacina os sintomas começaram a aparecer e eles vem se agravando a cada dia até hoje.

A mãe levou a filha ao órgão responsável onde foi feito um relatório e encaminhado para o Rio de Janeiro para estudo do caso. Ela foi levada em vários médicos e todos a diagnosticaram com Distrofia Simpático Reflexa (DSR). DSR é distúrbio de uma ou mais extremidades caracterizadas por dor, sensibilidade anormal (alodinia), inchaço, limitação dos movimentos, instabilidade vasomotora, fadiga e estresse emocional.

O laudo do médico responsável do município (infectologista) informa (ver documento ao final do post):

A paciente apresenta dor incapacitante com um quadro de Distrofia Simpático Reflexa e necessita ficar por tempo indeterminado sem ir para escola. 

A mãe relatou que a mão de Rafaella está muito inchada,  avermelhada,  muito sensível ao toque,
sem condições de mexer pela dor intensa, as pontas dos dedos estão sem
circulação, e ela tem muita dor de cabeça.

Rafaella precisa de ajuda para tomar banho, se vestir, se alimentar… e praticamente para tudo ela precisa de ajuda.

Ela estuda em um colégio particular,  Colégio Aplicação de
Resende, onde tomou a vacina, mas a escola não está dando apoio algum. A mãe trancou a matrícula na escola, pois está sem perspectiva de melhora e consequente retorno às aulas.

Sintomas, remédios fortíssimos e tratamento caro

A menina esta fazendo fisioterapia e tomando remédios fortes para dor (imagem acima) que a deixam dopada por um longo período do dia.

No dia 28/03, falei com  a mãe da menina, que me informou que o quadro continua se agravando, e que as dores, cada vez mais fortes, estão começando também nas pernas. Apesar do aumento da dose de remédios para dor, sua filha Rafaella continua sentindo fortíssimas dores.

Dia 07 de maio, conversei novamente com Jaqueline a mãe de Rafaella, e ela me informou que iniciaram um tratamento particular em São Paulo pois não conseguiram mais esperar pela boa vontade do governo. No entanto o tratamento é muito caro e não poderão continuar por muito tempo com este tratamento, que é indicado para o caso dela.Só a consulta é 700 reais.  Fisioterapia 200 reais.  Fora gastos com a viagem, alimentação e remédios!

Mais recentemente a mãe da menina me enviou o emocionante relato, que resume a situação em que se encontram:

Estou escrevendo para relatar as reações adversas que minha filha teve apos tomar a vacina hpv. Sou moradora de Resende/RJ. Minha filha tomou a vacina contra HPV no dia 21 de março de 2014, na campanha promovida pelo governo federal. Ela tomou a vacina na escola. Duas horas depois passou a sentir fortes dores no braço direito, braço esse onde foi aplicada a vacina tendo sido enviada para casa e me comunicado o fato.  Chegando em casa, ela reclamava de fortes dores e eu ministrei um analgésico.  No dia seguinte o braço estava inchado e com vermelhidão. Levei a emergência de um hospital. La chegando suspeitou-se de tendinite para o que foi medicada. Porém, no dia seguinte ela ja tinha um forte edema na mão direita, seu braço direito estava inchado e ela já sentia fortes dores no ombro. Levamos ela a uma clínica de ortopedia em que foi diagnosticada com distrofia simpático reflexa. Minha filha passou a sentir dores insuportáveis a partir de então. Buscamos tratamento em varíos locais, contudo os sintomas só pioraram. Ela passou a sentir tonturas, fortes enjôos, formigamento nos pés e constantememte com falta de ar e cansaço. O que mais chamou atenção foi o fato de ela sentir turvidez nos olhos, onde então levamos ela um oftalmologista que fez um exame de retinografia que constatou edema de papila. Ele solicitou ressonância nuclear de crânio urgente. Nesse interim, minha filha precisou ficar onternada do dia 27 de junho ao dia 4 de julho em que foi veridicada pressão intracraniana alta. Foi pedido exame de punção se liquor da coluna que constatou pressão e levada e diagnóstico de pseudo-tumor cerebral. Diante do quadro e considerando que não houve preocupação do poder público em nos apoiar na busca se soluções para nosso problema, buscamos por atendimento especializado em Uberlândia/MG com um neurocirurgião endovascular que após exames diagnosticou que minha filha está com pelo menos 15 veias obstruídas. Necessitando de procedimento cirúrgico de urgência. Ressalto que ao procurar o secretário de saúde de minha cidade me disse que só poderia me ajudar no custeio da cirurgia caso comprovássemos que os males de nossa foram causados pela vacina.

Reforço que minha filha até a vacina era uma menina saudável como qualquer outra adolescente, hoje ela precisa de uma cadeira de rodas para se locomover e temos que fazer campanhas para arrecadarmos fundos para o tratamento de nossa filha. Tudo após a vacina Gardasil.

Após este relato ainda recebi mais uma atualização, onde a mãe conta que “a menina precisou passar por procedimento cirúrgico para desobstruir as veias. Os honorários médicos foram todos particulares. Alguns exames também. Esse é o princípio de uma longa caminhada. Ela está com o braço direito e as pernas atrofiadas. Está de repouso pois fez a cirurgia agora dia 30 de julho. Provavelmente terá que passar por outro procedimento pois a cirurgia durou cerca de 7 hs mas não foi possível resolver todos os danos que a vacina causou“.

Onde estão neste momento as autoridades públicas que defendem esta vacina com unhas e dentes. Depois de feito o estrago somem, deixando as pessoas que tiveram graves problemas sozinhas, sem os cuidados necessários. Sinceramente, estou profundamente preocupado, pois sem dúvida este é apenas um caso em milhares, que não chamaram a imprensa para divulgar. O secretário de saúde de Resende, Daniel Brito Pereira (veja seu perfil no Facebook fazendo propaganda da 2º fase da vacinação HPV), coloca o ônus da prova para a família, mas como vemos em estudos mais abaixo, existe a correlação entre esta doença (Síndrome Dolorosa Complexa Regional Tipo 1) e a vacina. Me ajudem a pressionar o Secretário da Saúde, através de seu facebook, através dos telefones (24) 3360-5077 / 3360-5066 / 3360-6062 / 3360-5052 (Fax), ou ainda através do email da Secretaria de Saúde de Resende: sms@resende.rj.gov.br. Apenas com pressão conseguiremos fazer com que as autoridades e os fabricantes da vacina Gardasil se responsabilizem pelos danos causados pela vacina!

Ao ser confrontado com o caso de Rafaela, Daniel Brito diz que “Não há evidência científica relacionando o caso dessa jovem como um efeito adverso relacionado a vacina“. Como veremos mais abaixo, vários estudos mostram uma possível ligação entre a Distrofia Simpático Reflexa e a vacina HPV, e neste outro post “[ESTUDO] Vacina Contra HPV Pode Causar Cegueira“, mostra também ligação entre a visão turva e a vacina HPV. Em um outro caso de efeito adverso grave no Ceará (veja o post “[VIDEO] Menina de 12 Anos no Ceará Fica Cega Após Tomar Vacina Contra HPV“), a secretária municipal de saúde repete as mesmas palavras de não existir relação causal, contrariando as evidências apresentadas e facilmente encontradas  por mim na literatura acadêmica e apresentadas naquele post. Infelizmente o papel das secretarias municipais, regionais, estaduais e nacionais de saúde é de uma rede para proteger a indústria farmacêutica, de agir rapidamente para abafar, esconder e ignorar qualquer relação entre a vacina HPV e os terríveis e dolorosos efeitos adversos que estas meninas estão tendo.
Nota: fui contactado por outra mãe de Fraiburgo/SC, contando a terrível história que sua filha vem passando, muito semelhante aos efeitos adversos de Rafaella.

Se você ou alguém de sua família ou amigos teve uma reação a vacina, contra o HPV ou qualquer outra, faça o registro de efeito adverso em nossa nova ferramenta, o “Registro Nacional de Efeitos Adversos das Vacinas“.

Imagens – Antes e Depois

Abaixo apresentamos algumas imagens de Rafaella antes e depois de ser acometida pela Síndrome Dolorosa Complexa Regional Tipo 1, advinda da vacina. É clara a forma como a doença debilitou a menina. Nota: as imagens das fotos do depois são ainda de abril.

 Antes:

Depois:

Este vídeo abaixo mostra a situação de Rafaela:

 



Laudo médico aponta relação com a vacina

Um dos laudos médicos obtidos pela mãe de Rafaella (clique nas imagens abaixo para aumentar) apontam a vacina como responsável pela Vacinose, que de acordo com o médico homeopata Mauro Montaury é uma “doença ou afecção originada do emprego de vacinas“.

Abaixo você pode visualizar o laudo médico da secretaria da saúde municipal de Resende/RJ, onde Rafaella é diagnosticada com Síndrome Dolorosa Álgica Complexa Regional Tipo 1, que é um outro nome para Distrofia Simpático Reflexa. Em 1994, a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) propôs a subdivisão por tipos da SCDR, de acordo com a presença ou não de lesão nervosa, o tipo 1 seria caracterizado pela inexistência de uma lesão nervosa real.

Histórico de Distrofia Simpático Reflexa em Vacinações contra HPV e Estudos Relacionados

Como sempre, as autoridades da saúde tentam afastar qualquer relação com a vacina, dizendo ser este um “caso isolado”. A realidade, no entanto, não poderia ser mais diferente. A Distrofia Simpático Reflexa/ Síndrome Dolorosa Complexa Regional (em inglês Complex Regional Pain Syndrome – CRPS) vem sendo um efeito adverso recorrente, criando terríveis problemas para muitas famílias no mundo inteiro e alguns estudos já levantam a possibilidade de uma relação com vacina.

36% dos casos de Distrofia Simpático Reflexa/Síndrome Dolorosa Complexa Regional (DSR) relatados nos EUA estavam ligado a vacina do HPV 

No site Wonders do CDC dos EUA, que recebe reportes de efeitos adversos das vacinas, aparecem  de 2007 a 2012 13 casos de DSR/CRPS associados com a vacina HPV (especificamente a Gardasil, vacina da Merk contra o HPV, utilizada no Brasil). Se pesquisamos por relatos desta síndrome sem especificar a vacina temos um resultado de 36 casos. Isto quer dizer que  36% dos casos de DSR registrados foram ligados a vacina HPV. Apesar da quantidade de casos não ser tão significativa, temos que considerar que apenas uma parcela de casos são reportados no sistema e de qualquer forma podemos perceber uma tendência bem maior de ocorrer a Distrofia Simpático Reflexa após a vacina contra HPV do que com qualquer outra vacina.

Estudos ligando Síndrome Dolorosa Complexa Regional e a Vacina HPV

Procurando na bibliografia médica, encontrei vários estudos que mostram a relação entre a vacina HPV e a  Distrofia Simpático Reflexa (ou Distúrbio Simpático – Reflexo), doença que a garota foi diagnosticada.

O primeiro estudo “Síndrome Dolorosa Complexa Regional após a imunização” (aqui PDF com o estudo na íntegra), publicado em 2012 no BMJ (Jornal Britânico de Medicina), analisa 4 casos da Síndrome Dolorosa Complexa Regional após a vacina HPV e um caso após a vacina DTaP (vacina acelular contra a coqueluche).

O artigo conclui:

Em conclusão, este série de casos de CRPS tipo 1 em adolescentes temporalmente associados à vacinação refletem uma conhecido complexa resposta à dor a um estímulo doloroso. Uma maior sensibilização para esta síndrome e seu potencial de ocorrer após a imunização na população pediátrica é vital para a gestão rápida e eficaz desta condição em crianças e adolescentes.

Veja o que diz este outro estudo, “Complex regional pain syndrome type I after diphtheria-tetanus (Di-Te) vaccination“:

Se uma criança ou um adulto tem inchaço proeminente e dor intensa após a vacinação, o diagnóstico de CRPS I (Síndrome Dolorosa Complexa Regional Tipo 1) deve ser considerado e, se confirmado, o tratamento multidisciplinar deve começar o mais cedo possível.

OMS Reconhece a Possibilidade de a Vacina Desencadear a Síndrome Dolorosa Complexa Regional 

Em março de 2014 o GCVS, um comitê da OMS (lista de membros do comitê aqui), emitiu uma declaração tentando abafar os diversos problemas atuais da vacinação contra HPV, como os casos no Japão que levaram a este país retirar a recomendação para a vacina HPV, sobre as preocupação da toxicidade do alumínio, preocupações com casos de esclerose múltipla e de  Síndrome Dolorosa Complexa Regional. Abaixo traduzi a parte relativa à SDCR.

…No Japão, um comitê consultivo de peritos continuou a se encontrar e rever a situação, mas ainda não chegou a uma conclusão. Reconhece-se que a vacina contra o HPV pode ser uma injeção mais dolorosa, levando a queixas freqüentes de dor, que em algumas situações, podem desencadear queixas não específicas adicionais. Em relação à Síndrome Dolorosa Complexa Regional, a esta entidade tem sido descrito ocorrer após várias formas de trauma, incluindo lesões, cirurgias e injeções. Por isso, é plausível que CRPS poderia desenvolver-se após a injeção de qualquer vacina (no entanto , esses casos têm sido muito raramente descrito na literatura).

Reino Unido com Dezenas de Meninas com “Dores nas Extremidades”

O jornal Daily Mail em 2009 já reportava:

Mais de 1.300 estudantes tiveram reações adversas à controversa vacina do câncer cervical.Os médicos relataram que meninas com idades entre 12 e 13 apenas sofreram paralisia, convulsões e problemas de visão após terem recebido a vacina.Dezenas foram descritas como tendo dor nas extremidades”, enquanto outras sofreram de náuseas, fraqueza muscular, febre, tontura e dormência.

O site asiático Asahi Shimbun reportou na matéria: “Análise: Especialistas perdidos sobre a dor depois da vacinação contra câncer cervical

O foco da atenção é a síndrome de dor regional complexa (CRPS), no qual uma dor muitas vezes se espalha a partir de um membro para outras partes do corpo. Em casos graves, torna-se difícil andar ou mover os braços.

A vacina contra o câncer cervical é administrado por injecção intramuscular. Alguns especialistas suspeitam que o CRPS tem a ver com um adjuvante adicionado à vacina para aumentar a sua eficácia. Mas a relação de causa e efeito ainda não está claro.

Abaixo eu reproduzi a matéria feita pela sucursal local da globo e publicada no G1. A mãe conta que apenas após a reportagem é que as autoridades locais demonstraram maior interesse:

Adolescente de Resende, RJ, tem forte reação após vacina do HPV

Sem conseguir mexer os braços, ela precisa de ajuda para pentear cabelo.

Uma nova consulta foi agendada para terça-feira (8), diz prefeitura.

Rafaella Barbosa de Oliveira Silva, de 13 anos, moradora de Resende (RJ), foi vacinada contra o HPV no mês de março. Horas depois, segundo a adolescente, começou a sentir fortes reações. “Eu comecei a sentir muita dor no braço e eu não conseguia mexer por causa dessa dor. Algumas horas depois o braço ficou avermelhado, ficou quente e foi só piorando porque eu fiquei sentindo dor de cabeça, muita dor no braço, não conseguia dormir”, contou Rafaella.

Até hoje, sem conseguir mexer o braço direito, ela precisa de ajuda até para pentear o cabelo. “Os médicos mesmo falaram que o certo era no esquerdo“, disse Rafaella. “E porque você tomou no direito?“, perguntou o repórter do RJTV. “Não sei, foi a preferência“, respondeu.

A menina fez uma bateria de exames que confirmaram a origem do problema, segundo a avó. “Todos os laudos, todos os médicos que deram o laudo deles afirmam que foi decorrente da vacina e foi logo após a vacina”, explicou Vanda Barbosa de Oliveira.

Rafaella não está conseguindo ir às aulas. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, mais de 90 mil adolescentes, de várias cidades, foram imunizadas em 21 dias de campanha. Não existe um percentual de quantas sofreram algum tipo de reação, mas a secretaria disse que isso é exceção. Porém, a família está cada dia mais preocupada. “Agora foi constatada que a pontinha dos dedinhos dela já está mudando a cor. Se a gente não correr pode deixar sequelas. Então esse é o nosso desespero“, contou a avó.

A vacinação contra o HPV começou em março. Em Três Rios, no mês passado, um grupo de 34 estudantes também passou mal após a vacina. As adolescentes foram para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A principal suspeita era de que alunas tiveram uma reação psicológica, que surge pelo medo, chamada de distúrbio neurovegetativo.

Nós tivemos esse episódio em um único colégio, com essas meninas, e esse mesmo lote foi usado no mesmo dia em vários outros colégios e não houve nenhuma notificação de reação. As meninas ficaram juntas, numa mesma sala, e todas muito nervosas. Então, o que uma apresentava em cadeia as outras apresentavam também. Todas foram atendidas sem nenhum problema maior“, explicou Roseane Bittar, enfermeira sanitarista.

A prefeitura de Resende informou que a paciente está sendo acompanhada por uma junta médica da Secretaria Municipal de Saúde. Uma nova consulta foi agendada para a próxima terça-feira (8). O caso foi levado para a Secretaria de Saúde do Estado que vai investigar o que poderia ter provocado essa reação à vacina. Sobre a questão do braço em que a vacina foi aplicada, a prefeitura disse que o procedimento foi normal e que este é um caso isolado.

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Infelizmente é assim que funciona, existe uma pressão gigantesca para vacinar todas as meninas de nosso país, pelo governo e pela indústria farmacêutica, mas quando surgem os efeitos adversos gravíssimo todos se omitem, uma vergonha!!!
Como já mostramos neste site, a vacina HPV pode causar cegueira, e perigo inevitável de doenças auto-imunes.  ou seja, pode fazer com que o sistema imunológico ataque o próprio corpo. Quem sabe quantos mais casos graves de efeitos colaterais veremos antes que seja tomada alguma atitude? Ou será que a ganância e o lobby das indústrias farmacêuticas falará mais forte e a imprensa e as autoridades da saúde mais uma vez se omitirão?

 

A família de Rafaella não tem condições de custear todos os exames, tratamentos, cirugias e remédios que necessita. Se puder ajudar a família de Rafaela com os carissimos tratamentos que o governo está se omitindo de pagar, você pode fazê-lo através de doação para a seguinte conta:

Banco do Brasil

Ag 0131-7

Cc 18373-3

Jaqueline Aparecida Barbosa de Oliveira

CPF 083034817-46

 
Caso você, sua filha, familiares ou conhecidos tenham sido afetados com esta vacina ou qualquer outra, utilize a ferramenta de registro de vacinas que criamos para ajudar a divulgar estas informações: http://www.efeitosvacinas.com/Recomendamos também a leitura do post “[Dossiê] Vacinação Contra HPV Conheça o Perigo que ela Representa e Tome uma Decisão Informada“, que mostra outros casos de efeitos adversos graves e estudos sobre a vacina HPV.

Participe também da discussão no Fórum Notícias Naturais.

Leia mais:

Vacina Contra o HPV: Nem Tudo que Reluz é Ouro

 

Vacina Contra o HPV e Vidas Destruídas – Britânica de 13 anos Dorme até 23 Horas Após Vacina

 

[Dossiê] Vacinação Contra HPV Conheça o Perigo que ela Representa e Tome uma Decisão Informada

 

 

 

 

Fontes:
Notícias Naturais: [Vacina HPV] Menina de 13 anos de Resende/RJ tem Distrofia Simpático Reflexa e 15 Veias Obstruídas Após Vacinação

Blog Anti Nova Ordem Mundial: [Vacina HPV] Menina de 13 anos de Resende/RJ tem Distrofia Simpático Reflexa e 15 Veias Obstruídas Após Vacinação
– G1: Adolescente de Resende, RJ, tem forte reação após vacina do HPV
– Medicina da Vida: Vacinose na clínica médica diária
– RSDS: Complex regional pain syndrome following immunisation (PDF)
– NCBI: Complex regional pain syndrome following immunisation
– Activist Post: Complex Regional Pain Syndrome & Vaccinations
– NCBI: Complex regional pain syndrome type I after diphtheria-tetanus (Di-Te) vaccination
– Who: Global advisory committee on vaccine safety statement on the continued safety of HPV vaccination (PDF)
– Paralysis, epilepsy and blurred vision: 1,300 girls have reaction to cervical cancer vaccine
– Asahi Shimbun: ANALYSIS: Experts at loss over pain from cervical cancer vaccination

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