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set 26

O Culto a Aleister Crowley Continua Vivo

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Foi o sexo que o apodreceu. Era sexo, sexo, sexo, sexo e sexo ao redor de Crowley. Ele era um maníaco sexual“- Vittoria Cremers

John Lennon, Timothy Leary, Iggy Pop, os Jonas Brothers e grupo de rock Rolling Stones, todos foram influenciados, de uma forma ou de outra por ele. Ele era mais ligado no sexo, magia cerimonial, yoga e ocultismo, do que nenhum outro “buscador espiritual” de seu tempo. Seu nome era Aleister Crowley e ele era totalmente britânico. Seu lema era: “Faça o que tu queres pois é tudo da lei. Amor é a lei, amor sob vontade.

Crowley seguiu o seu próprio mantra até o fim de seu ódio pelo cristianismo, abuso de drogas e busca de uma consciência mais alta da vida. Se você quer saber como Crowley parecia no seu auge, confira a famosa capa do álbum mais vendido dos Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Ele é o cara com a cabeça raspada e olhos esbugalhados. Crowley, nessa altura, um herói para muitos na “Cultura Pop”, é sibilado entre dois outros ícones lendários dos  anos 60, Marilyn Monroe e Che Guevara.

O autor Gary Lachman tem feito um excelente trabalho desenhando o perfil de Crowley, também conhecido como “A Grande Besta 666″.

Ele começou o seu interesse por este homem incomum de ego monstruoso através de uma caminho interessante. Na década de 1970, Lachman estava tocando em uma banda de Rock and Roll, em Nova York. Um de seus colegas de banda era ligado ocultismo.

O músico também tinha uma cópia de um dos romances de Crowley,  “The Diary of a Drug Fiend”. Isso levou Lachman em direção a outro dos esforços literários de Crowley,  “Moonchild”. Ele é um “roman a clef”, que mostra os membros da sede em Londres da “Ordem Hermética da Golden Dawn”, de uma forma muito negativa. William Butler Yeats e Crowley eram membros desse grupo, mesmo assim Crowley menosprezou o poeta irlandês.

O título do livro de Lachman é:  “Aleister Crowley: Magia, Rock and Roll, o pior homem do mundo“.

A enorme face de Crowley está na capa. Ele nasceu na Inglaterra em 1875, e apesar de uma vida de extremo excesso, incluindo muita bebida, drogas, prostitutas e sexo, e mais tarde em um grave vício em heroína, Crowley conseguiu viver até 1947. Ao mesmo tempo, ele estava mesmo dedicado ao montanhismo e provou ser muito adepto a ele. A comunidade do montanhismo alpino o considerava na mais alta estima.

Crowley amava as mulheres e ele também era um homossexual ativo. Casou-se duas vezes e teve três filhos. Ele escreveu poemas, novelas e livros. Muito de seu trabalho, devido à sua natureza chocante, foi auto-publicada. Ele pode até ter sido um espião para os britânicos e/ou para os nazistas. Quem sabe?

Assim como William S. Burroughs de notoriedade americana, que surgiu durante o período pós-Segunda Guerra Mundial da “Beat Generation” (ou movimento beat, um termo usado tanto para descrever a um grupo de norte-americanos, principalmente escritores e poetas, que vieram a se tornar conhecidos no final da década de 1950 e no começo da década de 1960), Crowley veio da riqueza. Ele nunca teve que trabalhar um dia em sua vida. Crowley também teve uma sólida formação, que incluiu as melhores escolas preparatórias e um diploma da Universidade de Cambridge. Como resultado, Crowley foi capaz de dedicar sua vida à sua “religião”. Ele a chamou de “Thelema“. Uma religião/filosofia precisa de um texto sagrado. Assim, Crowley inventou um por meio de seu contato com o “Poder Superior”. Ele então, concedeu a ele o apelido de “O Livro da Lei” .

Falando sobre vícios, ando ligado em programas de crime forense nas redes. Eu não pude deixar de notar em vários programas, que ao relacionar a biografia sobre um indivíduo que de repente cai na vida de crimes, o momento decisivo foi quando o pai do cara mal morre inesperadamente. Foi isso que aconteceu no caso de Crowley também?

O pai de Crowley era da classe alta e era uma evangélico fervoroso, com uma bíblia cristã no cinto. Ele morreu de “câncer de língua”, quando Crowley tinha apenas onze anos. O jovem Crowley desprezou sua mãe. Desse período de transformação, ele lembrou: “Eu simplesmente fui para o lado de Satanás; e nessa hora eu não posso dizer o por que… eu me senti apaixonadamente ansioso para servir o meu novo mestre. Eu estava ansioso para me distinguir pelo cometimento do pecado.

Crowley, que muitas vezes tinha um caráter arrogante, com certeza dedicou sua vida ao objetivo de pecar. Viajou muito, havia poucas grandes cidades do mundo onde ele não tinha deixado uma amostra de seu esperma. E o autor Lachman captura praticamente cada um de seus pecados, incluindo atos repugnantes de sadomasoquismo, em cada terrível detalhe nojento. Crowley também fez várias visitas aos EUA. New Orleans era a “sua cidade favorita”.

Eu me pergunto por quê?

Crowley gostava de documentar também, através de cartas escritas, livros e panfletos, suas ideias muitas vezes estranhas, comportamentos ultrajantes e busca de emoções hedonistas. Isso foi particularmente assim quando ele formou uma Abadia de Thelema em Cefalu, na Sicília. Eventualmente, o então ditador da Itália, Benito Mussolini ficou ofendido. Ele deu a Crowley e seus groupies um chute.

À propósito, a autor Lachman foi membro fundador do grupo de rock “Blondie”. Ele também escreveu o livro, Jung, o Místico.

Neste grosso livro bem pesquisado, Lachman também faz um trabalho magistral demonstrando grande alcance do legado de Crowley. Ele estende-se hoje em muitas áreas da nossa contra-cultura, como mágica, pintura, misticismo, esoterismo, cinema, música punk e rock, heavy metal, góticos amante de morte e do ocultismo.

Com relação ao cinema, eu acho que alguns dos filmes de mau gosto do icônico diretor John Waters tem uma influência perceptível de Crowley. Tome seu filme Dirty Shame  por exemplo, em que tive uma participação especial. O enredo gira em torno de um bairro da cidade que é dividido entre os “puritanos” e os “pervertidos sexuais”. Este último bando de malucos praticam descaradamente em seus “fetiches únicos.” (Pense: “Faça o que queres!”).

Waters, agora um autor de best-seller, graças à popularidade de seu livro, Carsick , tem por acaso uma cadeira elétrica em sua casa de estilo Tudor, em Baltimore. Tão “Crowleriano“!

De volta ao livro de Lachman. É uma leitura interessante que contém uma riqueza de informações credíveis sobre o que fez o tabloide do britânico, John Bull , rotular o pretendente a profeta Crowley como o “pior homem do mundo!”

Por fim, qualquer que seja a palavra final sobre o polêmico Crowley, seu retrato hoje está na prestigiada National Gallery de Londres.

Seu culto, para melhor ou pior, continua vivo.

Leia mais:

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Fontes:
Blog Anti Nova Ordem Mundial: O Culto a Aleister Crowley Continua Vivo
– Disinformation: The Cult of Aleister Crowley Lives On

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