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jun 07

DARPA Testa Implantes Cerebrais para Curar Transtornos Mentais em Soldados

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Projeto do DARPA irá utilizar implantes cerebrais para analisar como doenças mentais ocorrem, ou talvez para justificar o uso de medicamentos psicotrópicos de forma ainda mais desenfreada. Interessante a participação no projeto da Universidade Rockefeller, conhecida dos leitores do blog Anti-NOM por estimular pesquisas de técnicas de lavagem cerebral  e seu foco em transgênicos e vacinas.

Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA) divulgou informações sobre o seu programa novo Systems-Based Neurotechnology for Emerging Therapies (SUBNETS), em português “Neurotecnologia baseada em sistemas para terapias emergentes”, que irá colocar um implante no cérebro de pacientes participantes para monitorar sem fio a atividade em tempo real  para facilitar tratamentos para doença mentais, como transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e depressão.
Os pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco (UCSF) e do Hospital Geral de Massachusetts (MGH) realizarão a cirurgia de implante.
A UCSF será recompensada em 26 milhões dólares e será dado ao hospital MGH  $30 milhões por sua participação com a DARPA e SUBNETS.

 

A ideia por trás da SUBNETS decorre da teoria de que problemas psiquiátricos podem ser medidos e mapeados através do monitoramento da atividade cerebral para dar aos médicos uma base pela qual possam determinar o que é normal e o que necessita de resposta farmacológica.
O dispositivo que está sendo implantado em participantes está sendo projetado para “ler o que está acontecendo no cérebro e simular múltiplas áreas do cérebro se a atividade anormal for detectada.
Justin Sanchez, gerente do programa SUBNETS, explicou: “O cérebro é muito diferente de todos os outros órgãos por causa de seu funcionamento e adaptabilidade. Em tempo real, as interfaces neurais de circuito fechado nos permitem ir além da visão estática tradicional do cérebro e em um domínio de terapia de precisão.”
Sanchez continuou: “Essa falta de compreensão de como a doença mental se manifesta especificamente no cérebro tem limitado a eficácia das opções de tratamento existentes, mas através da SUBNETS, esperamos mudar isso. O DARPA está procurando maneiras para caracterizar quais regiões entram em jogo para as diferentes condições – medidas desde o nível das redes cerebrais até um único neurônio – e desenvolver dispositivos terapêuticos que podem gravar atividade cerebral, fazer estimulação precisa, e o mais importante, ajustar automaticamente a terapia de acordo com as próprias mudanças cerebrais.
Se espera que a SUBNETS “ajude o pessoal militar com transtornos psiquiátricos“.
No início deste ano, o presidente Obama dedicou 100 milhões de dólares em dinheiro de contribuinte para financiar a Brain Research Through Advancing Innovative Neurotechnologies (BRAIN), ou em português “Pesquisa Cerebral Através do Avanço de Neurotecnologias Inovadoras“.
Os Instituto Nacionais de Saúde (NIH), o DARPA, e instituições de financiamento privado como o Instituto Médico Howard Hughes (HHMI), a Fundação Kavil (KF), e o Instituto Salk para Estudos Biológicos (SIBS) vão compartilhar os 300 milhões dólares iniciais que Obama reservou para lançar o projeto.
Para entender o cérebro, como ele funciona e como a rede neural se conecta, o NIH reuniu pesquisadores e cientistas da Universidade Rockefeller e da Universidade de Stanford que vão ajudar na criação de um modelo de cérebro humano e o co-dirigir o conselho governamental que supervisiona todo o projeto.
Seu objetivo é: “Imagine se nenhuma família tivesse que se sentir impotente vendo um ente querido desaparecer atrás do subterfúgio do Parkinson ou lutar nas garras da epilepsia. Imagine se pudéssemos reverter a lesão cerebral traumática ou PTSD dos nossos veteranos que estão voltando para casa. Imagine-se alguém com uma prótese possa agora tocar piano ou jogar uma bola de beisebol, bem como qualquer outra pessoa, porque a ligação do cérebro à prótese é direta e desencadeada pelo o que já está acontecendo na mente do paciente. E se os computadores pudessem responder aos nossos pensamentos e nossas barreiras linguísticas poderiam desmoronar. Ou se milhões de americanos subitamente encontrassem novos empregos nestes domínios – empregos que não temos sequer sonhado ainda – porque optamos por investir neste projeto“.
Francis S. Collins, diretor do NIH, disse que o projeto BRAIN teria “aplicações práticas através de uma variedade de doenças neurológicas e lesões como: autismo, Alzheimer e Parkinson
Collins também está interessado em como o cérebro irá afetar os estudos sobre o traumatismo crânio encefálico (TCE) e próteses. O outro aspecto psicológico do projeto vai entender completamente como as “funções cerebrais saudáveis” e será capaz de comparar esses dados a cérebros não saudáveis ​​para descobrir a doença mental e desenvolver tratamentos mais eficazes.
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Vindo do Darpa, podemos apenas esperar que este projeto e implantes sejam utilizados como uma forma de controle mental, ou então para justificar um uso ainda mais permissivo de medicamentos psicotrópicos para doenças mentais criadas pela indústria farmacêutica. Interessante a participação no projeto da Universidade Rockefeller, conhecida dos leitores do blog Anti-NOM por estimular pesquisas de técnicas de lavagem cerebral  e seu foco em transgênicos e vacinas.
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