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mai 07

Comunidade Gay Vira Alvo dos Proponentes da Eutanásia

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Se você quer se matar, a Compassion and Choices (traduzido como “Compaixão e Escolhas”) terá prazer em ajudar. Sempre à procura de novos mercados de pessoas que querem morrer, a  C&C está agora tentando envolver a comunidade gay.

Assim, a C&C agora está criando estandes em festivais do orgulho LGBT para ajudar os que sofrem com AIDS para tomar a decisão de morrer.

O grito de guerra do movimento suicídio/eutanásia assistida é cuidar. Não é que eles estão empurrando a morte, eles declaram. Compassion and Choices existe apenas “para reduzir o sofrimento”. Apelando para as nossas emoções mais elevadas, a C&C quer ajudar aqueles que estão morrendo de vontade de ir além da dor. Certo?

Bem, talvez não. A postura da C&C faz várias suposições fundamentais, que após um exame minucioso podem não ser válidas. A primeira tem a ver com o conceito de que aqueles que são terminais estão em agonia indescritível. O estado da arte de cuidados paliativos em grande parte anulou este argumento.


Outra preocupação importante tem a ver com a definição de “terminal”. Como usado em muitas das leis existentes de suicídio assistido, uma pessoa é terminal se ele ou ela irá morrer dentro seis meses se não tiver cuidados médicos.

Em outras palavras, aqueles que podem ser tratados com sucesso para o câncer são, por esta definição, terminais. Da mesma forma são terminais diabéticos insulino-dependentes e muitas pessoas com pneumonia.

Compassion and Choices (C&C) é apenas uma manifestação de um enorme esforço global para legalizar o que muitas sociedades têm geralmente considerado como assassinato. A febre da Euthanasia está varrendo o Primeiro Mundo. País após país estão debatendo a introdução de novas leis, leis que podem legalizar o suicídio assistido ou eutanásia.

A eutanásia é também chamada de “golpe de misericórdia”, e é definida como o ato de propor a morte sem dor ou consentir a morte, sonegar medidas médicas extremas, a uma pessoa (ou animal) que sofrem de uma doença incurável ou condição. A lei geralmente diferencia entre eutanásia ativa e passiva. Conforme definido na Wikipedia, “Eutanásia Passiva implica na retenção de tratamentos comuns, tais como antibióticos, necessários para a continuação da vida. Eutanásia Ativa implica na utilização de substâncias letais ou de forças, tais como a administração de uma injeção letal para matar que é o meio mais controverso.

O suicídio assistido, por outro lado, é definido do seguinte modo: “O suicídio facilitado por outra pessoa, em especial um médico, que organize a logística do suicídio, como fornecedor de quantidades necessárias de um veneno“.

Tudo começou na Suíça, cerca de setenta anos atrás, quando o suicídio assistido se tornou legal. Em 1942, o artigo 115 do Código Penal foi aprovado, o que na prática fez apenas criminosos ajudarem alguém a cometer suicídio por “razões egoístas.” A lei foi posteriormente ampliada na década de 1980, quando uma outra interpretação permitiu a criação de organizações com permissão legal para administrar medicamento para acabar com a vida (veneno).

O que nos leva à Dignitas. Após a expansão da interpretação do artigo 115, um advogado suíço chamado Ludwig A. Minelli fundou a Dignitas, em 1998. A função da Dignitas é facilitar a morte.

Segundo o folheto da Dignitas, “Nisto, é particularmente importante determinar se a capacidade de discernimento do membro está prejudicada de alguma forma, e se alguém próximo a ele/ela, ou de terceiros, estão incitando o membro para o suicídio, por qualquer razão.

Isso pode ser um herdeiro ganancioso, por exemplo. Ou dadas as suas taxas,  pode ser a própria Dignitas!

Recentemente, a Dignitas estava novamente no noticiário, supostamente ajudando uma mulher italiana não terminal de 85 anos a cometer suicídio. Ela estava declaradamente triste pois havia “perdido sua aparência”, e, assim, decidiu acabar com a sua vida. Oriella Caszzenello pagou €10.000 para um suicídio assistido na Dignitas.

Outros notáveis da ​​Dignitas incluem um indivíduo que estava deprimido após uma operação fracassada de mudança de sexo e uma ex-professora de 89 anos que disse que ela “não poderia se adaptar aos tempos modernos.

Em geral, a Dignitas utiliza o seguinte protocolo: Depois de tomar uma dose oral de uma droga antiemética (para alívio dos sintomas relacionados com o enjoo, as náuseas e os vômito), uma hora mais tarde, o cliente recebe uma dose letal de pentobartitol em pó dissolvido em líquido. A overdose de pentobarbital provoca depressão do sistema nervoso central e a pessoa se torna sonolenta e adormece. A parada respiratória e a morte ocorrem dentro de 30 minutos após a ingestão do pentobarbital. A Dignitas também usou gás hélio como um método de suicídio.

Outros países por sua vez também legalizaram o suicídio assistido. Em 2002, a Holanda aprovou a lei Termination of Life on Request and Assisted Suicide Act (Lei de Término da Vida a Pedido e Suicídio Assistido), que legalizam a eutanásia e o suicídio assistido por médicos em casos específicos, e para pessoas acima de 12 anos de idade. Em 2004, o Protocolo de Groningen entrou em vigor, o que permite que os médicos sacrifiquem crianças, que não são, obviamente, capazes de pedir ou consentir.

A Bélgica recentemente também legalizou a eutanásia infantil. Em fevereiro deste ano, após um acalorado debate, tanto em seu Senado e, posteriormente, na imprensa internacional, a Bélgica expandiu sua lei de suicídio assistido para permitir que as crianças possam pedir para serem sacrificadas. Em relatórios recentes, no mínimo 32% das eutanásias na Bélgica parecem ter sido feitas na ausência de um pedido. Além disso, se considera que um grande número de eutanásias não são reportadas. Muitos dos suicídios assistidos não declarados estão, aparentemente, sendo feitos por enfermeiros. A lei de Bélgica proíbe isto explicitamente.

A situação na Holanda não parece ser muito melhor. De acordo com o EPC-Europa, “Na Holanda, o número de mortes por eutanásia aumentou em 64% entre 2005 e 2010… Em comparação, a população holandesa cresceu menos de dois por cento sobre o mesmo período. No entanto, os holandeses agora estão discutindo a extensão da eutanásia para pessoas com demência, apesar de enormes preocupações com o consentimento apropriado.” Além disso, a eutanásia já está sendo realizada em pacientes psiquiátricos na Holanda, com 42 casos relatados em 2012.

As leis que regem a eutanásia no Canadá fazem distinção entre a eutanásia passiva, que é legal, da eutanásia ativa, a qual tem sido tratada como homicídio. No entanto, o clima a cerca desta questão parece estar mudando no Canadá. Recentemente, o parlamento em Quebec ponderou a legislação para remover o banimento do suicídio assistido. Além disso, o Partido Liberal do Canadá aprovou a descriminalização do suicídio médico assistido.

Nos Estados Unidos, quatro estados legalizaram o suicídio assistido: Oregon, Washington, Vermont e Montana. Projetos de lei de suicídio assistido foram recentemente considerados em New Hampshire, Massachusetts e Connecticut. Mais estados estão pressionando por essas leis.

A Compassion and Choices oferece consultas de fim a vida, bem como a defesa para aqueles que não querem intervenção médica. Na área política C&C tem um ativo calendário de eventos montando mesas em importantes exposições.

Margaret Dore, uma advogada com sede em Seattle, está lutando contra esta onda. Ela iniciou, a entidade sem fins lucrativos – Choice is an Illusion  – que foca no claro potencial para o abuso sob essas leis. Ela também escreve profilicamente sobre esta questão.

Segundo Dore:

As leis de Washington e Oregon são uma fórmula para o abuso de idosos. A razão mais óbvia é devido a falta de controle, quando a dose letal é administrada … Por exemplo, não há testemunhas necessárias na morte; a morte é aprovada para ocorrer em privado… Com esta situação, a oportunidade é criada por um herdeiro, ou alguma outra pessoa que irá se beneficiar a morte do paciente, para administrar a dose letal ao paciente sem o seu consentimento. Mesmo que o paciente tente lutar contra, quem saberia?

A advogada Dore também hospeda uma lista de discussões sobre a questão do suicídio assistido. Mais recentemente, ela vem se organizando para oferecer um contraponto para os eventos do orgulho gay onde a Compassion and Choices está criando mesas.

Então, da próxima vez que sua cidade abrigar uma parada do orgulho, não se esqueça de tomar nota de que há agora outra presença (ou presenças) conversando com as potenciais vítimas do HIV. Enquanto as cores do arco-íris voam e o amor é celebrado como um evento não específico de gênero, alguém pode estar lá para defender quem está morrendo. É realmente quase arquetípico – A guerra eterna entre Eros e Thanatos (deus grego da morte).

A última vez que chequei, Thanatos não estava ficando tão bem na imprensa. Talvez seja por isso que ele está agora disfarçado de “compaixão”.

Janet Phelan

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Fontes:
– Activist Post: Euthanasia proponents now targeting the gay community
– Compassion and Choices
– Compassion and Choices: Attend an Event
– Choice is an Illusion

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