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jul 25

A Vacina Contra a Hepatite B é Realmente Segura?

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Enquanto o Ministério da Saúde amplia novamente a faixa etária de pessoas que devem ser vacinadas contra a Hepatite B, diversas evidências de seus riscos são ignoradas. Esta ampliação vem aumentando nos últimos anos. Em 2009 a idade limite aumentou de 24 para 29 anos, e agora (2013) esta idade limite aumentou para 49 anos.



Para uma vacinação “preventiva”, a quantidade de complicações associadas à vacinação contra hepatite B são chocantes. Na verdade, uma série de estudos peer-reviewed (revisados por outros cientistas) encontraram uma relação entre a vacinação contra hepatite B e mortalidade infantil, tanto nos EUA como na Europa. Com ligações com a síndrome da morte súbita infantil (SMSI), esclerose múltipla, e inúmeras doenças auto-imunes crônicas, alguns médicos estão se manifestando contra os perigos da vacina contra a hepatite B.



O debate sobre os perigos da vacina contra a hepatite B pode de fato ter chegado ao fim, de acordo com um processo judicial nos EUA. Em um caso em que o tribunal decidiu em favor do autor, que tinha desenvolvido lúpus eritematoso sistêmico como resultado de receber a vacina contra a hepatite B, o governo dos EUA foi forçado a admitir que a vacina levou ao desenvolvimento da doença. O autor da ação morreu antes da decisão ser tomada, foi um marco na luta para descobrir a verdade sobre a injeção da Hepatite B. O Tribunal dos Estados Unidos de Processos Federais informou:



Tambra Harris … entrou com uma petição para compensação, alegando que ela sofreu algumas lesões como resultado de receber a vacinação. Entre os danos que a requerente alegou ter sofrido como resultado de receber a vacinação contra hepatite B estava um lúpus eritematoso sistêmico (LES) … A quantia de 475 mil dólares na forma de um cheque nominal à requerente administradora do espólio de Tambra Harris“.

A Dra. Jane Orient da Associação de Médicos e Cirurgiões Americanos (AAPS) testemunhou ao Congresso sobre os perigos graves de saúde associados com a inoculação da hepatite B, afirmando: “Para a maioria das crianças, o risco de uma reação vacinal grave pode ser 100 vezes maior do que o risco de hepatite B.

Com um pouco de pesquisa sobre a transmissão de hepatite B, a vacinação de hepatite B apoiadas pelo governo parece ainda mais desnecessariamente arriscada. Hepatite B é uma infecção viral que atinge principalmente o fígado, e é transmitida através do contato direto com fluidos corporais – principalmente sangue e sêmen. A Hepatite B é transmitida principalmente através de escolhas de estilo de vida, como sexo sem proteção ou uso de drogas intravenosas envolvendo agulhas compartilhadas. Estas não são condições que dizem respeito aos recém-nascidos, ou talvez a maioria das pessoas. Devido à decisão estranha para vacinar recém-nascidos contra a hepatite B e uma série de outros fatores, as pessoas têm por anos questionado a segurança e a eficácia da vacinação contra hepatite B. O O Centro Nacional de Informação Sobre Vacinas (sigla em inglês- NVIC) informou na década de 90, depois que o governo americano começou a promover o uso das vacinas de hepatite B:

Em números crescentes, pais de todo o país estão entrando em contato com o Centro Nacional de Informações de Vacinas (NVIC) para denunciar oposição à regulamentação a ser decretada por funcionários do departamento de saúde do estado, que exigem legalmente que as crianças sejam injetadas com três doses de vacina contra a hepatite B, antes de serem autorizadas a participar de creches, jardins de infância, escolas primárias, escolas ou faculdades. Ao mesmo tempo, quanto mais escolas e empregadores cederem à pressão das autoridades de saúde do governo e exigirem que as pessoas mostrem provas de terem sido injetados com a vacina contra hepatite B antes de serem autorizadas a terem uma educação ou um trabalho, relatos de graves problemas de saúde após a vacinação contra hepatite B entre crianças e adultos estão se multiplicando“.



Para uma medida “preventiva”, a vacinação contra hepatite B certamente leva um número de riscos extremos. Devido a um sistema imunológico que não está totalmente desenvolvido, bebês recém-nascidos são particularmente sensíveis a substâncias tóxicas, fazendo com que a já arriscada vacina contra a hepatite B seja ainda mais perigosa. Examine a pesquisa, leiam os estudos de uma série de médicos e se eduque antes de vacinar.
Nota blog: foi oferecida no meu trabalho esta vacina, o que me pôs a pesquisar sobre ela. A vacina oferecida aqui é a Engerix B da GlaxoSmithKline (GSK). Existe ainda no mercado a RECOMBIVAX da Merck. Sobre a Engerix B, achei a bula no site da GSK e encontrei algumas informações interessantes:

Limitações da efetividade da vacina

A Hepatite B tem um longo período de incubação (de 6 semanas a 6 meses). A Engerix-B não preveni a infecção da hepatite B em indivíduos que tenham uma infecção de hepatite B não reconhecida no momento da administração da vacina. Além disso, ela não pode impedir a infecção em indivíduos que não conseguem quantidade de anticorpos protetores.

Nos EUA existe um banco de dados aberto ao público que pode ser pesquisado com todas as informações sobre efeitos adversos (o que não temos no Brasil). O sistema Wonder do CDC permite pesquisar os efeitos adversos para todas as vacinas administradas nos EUA.

Fazendo uma pesquisa pela vacina da GSK, descobri que dos 22.669 casos de efeitos adversos reportados no sistema, 10% deles foram considerados sérios. Nos efeitos adversos, encontramos 2 casos de morte cerebral, 42 mortes, 2 mortes neo-natais, 6 mortes súbitas, 152 casos de síndrome de morte súbita infantil (SMSI), 109 casos de autismo, 27 casos de alopécia (perda de cabelo), 152 casos de astenia, 42 casos de parada cardíaca e 20 de parada respiratória, 24 casos de coma, 20 casos de síndrome de GUILLAIN-BARRE, 17 casos de diabetes mellitus. Separando por ano, tivemos 325 mortes após a aplicação da Engerix-B, sendo 66 desde 2009. Também houveram ainda 2.190 casos de morte, risco de morte, invalidez permanente ou hospitalizados. Muitos outras informações alarmantes podem ser extraídos destes dados.

Interessante notar também que na bula é informado que o tempo em que as “cobaias” foram testadas em exames clínicos é de 4 dias. No gráfico abaixo, retirado também do banco de dados WONDER-VAERS, mostra que muitos dos efeitos sérios, como mortes e invalidez permanente, acontecem depois de passados estes 4 dias.

Outro aviso interessante mostrado na bula: “Como os estudos clínicos são conduzidos sob condições muito diferentes, as taxas de reações adversas observadas nos ensaios clínicos de uma vacina não podem ser comparadas diretamente com taxas nos ensaios clínicos de uma outra vacina e podem não refletir as taxas observadas na prática.”

Efeitos adversos da bula

O texto abaixo foi traduzido diretamente da bula:

Os seguintes eventos adversos foram identificados durante o uso (pós-aprovação) da vacina ENGERIX-B. Como esses eventos são relatados voluntariamente por uma população de tamanho desconhecido, nem sempre é possível estimar com segurança a sua frequência ou estabelecer uma relação causal com a vacina. 

Infecções e infestações: Herpes zoster, meningite. 

Desordens do Sangue e do sistema linfático: trombocitopenia. 

Doenças do sistema imunitário: reação alérgica, reação anafilática, choque anafilático. Uma aparente síndrome de hipersensibilidade similar a doença do soro) de início tardio foi relatada dias ou semanas após a vacinação, incluindo: artralgia / artrite (geralmente transitória), febre e reações dermatológicas, tais como urticária, eritema multiforme, equimoses, e eritema nodoso. 

Doenças do sistema nervoso: encefalite, encefalopatia, enxaqueca, esclerose múltipla, neurite, neuropatia, incluindo hipoestesia, parestesia, síndrome de Guillain-Barré e paralisia de Bell, neurite óptica, paralisia, paralisia, convulsões, síncope, mielite transversa. 

Afecções oculares: conjuntivite, ceratite, distúrbios visuais. 

Do ouvido e do labirinto: dor de ouvido, zumbido, vertigem. 

Cardiopatias: palpitações, taquicardia. 

Distúrbios vasculares: Vasculite. 

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino: apnéia, broncoespasmo incluindo sintomas tipo asma. 

Distúrbios gastrointestinais: Dispepsia. 

Afecções cutâneas e subcutâneas dos tecidos: Alopecia, angioedema, eczema, eritema multiforme, incluindo síndrome de Stevens-Johnson, eritema nodoso, líquen plano, púrpura. 

Afecções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos: artrite, fraqueza muscular. 

Perturbações gerais e alterações no local de administração: reação no local da injeção. 

Investigações: testes de função hepática anormais 

Este artigo não tem a pretensão de fazer recomendações médicas. Quero apenas disponibilizar estes dados para que as pessoas possam tomar uma decisão informada na hora que tiverem que escolher entre tomar ou não a vacina da hepatite B.

Fontes: 
Natural News: The hepatitis B vaccine is linked to infant death, multiple sclerosis and autoimmune disorders
Decisão Judicial Contra a Vacina nos EUA

AAPS: HEPATITIS B VACCINE
Child Health Safety: US Government Concedes Hep B Vaccine Causes Systemic Lupus Erythematosus
Estudo: Prevalence of parental concerns about childhood vaccines: the experience of primary care physicians.
National Vaccine Information Center: Hepatitis B Vaccine – The Untold Story
Mercola: Hepatitis B Vaccine
Bula Engerix B (GSK)
Bula Recombivax HB (Merk)
Região Noroeste: Ministério da Saúde amplia vacinação contra Hepatite B
G1: Vacina contra hepatite B passa a ser distribuída até os 29 anos
WONDER VAERS – Banco de Dados de Efeitos Adversos de Vacinas

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