«

»

nov 05

Bill Gates financia mosquitos geneticamente modificados para combater a dengue

GD Star Rating
loading...

Mosquito da Dengue poderá ser modificado geneticamente

Tem havido muita discussão sobre a possível aprovação pela FDA do salmão geneticamente modificado que cresce até duas vezes mais rápido que um salmão natural. Seus muitos detratores o rotularam de “Franken-Peixe” e afirmam que ele irá estragar o ambiente natural marinho, além de ser potencialmente prejudicial para o consumo humano. Enquanto o debate continua, parece que um outro organismo vivo geneticamente modificado poderá ser aprovado para ser liberado no ecossistema: mosquitos geneticamente modificados.

O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários anunciou planos para combater a dengue e outras doenças transmitidas por mosquitos utilizando mosquitos geneticamente modificados, destinados a torná-los estéreis ou simplesmente morrerem, relatou o serviço de notícias das Nações Unidas-IRIN:

Cientistas lutando contra doenças transmitidas por mosquitos estão correndo para para obter a aprovação da liberação de insetos modificados geneticamente para impedir a propagação da dengue, um vírus potencialmente fatal.

No entanto, tais planos deixaram os ambientalistas nervosos com a possibilidade de que uma técnica científica já utilizada na agricultura (nota do blog:com possíveis danos à saúde) possa ser aplicada na saúde pública.

Esses mosquitos são projetados com um gene extra, ou têm inseridos uma bactéria ou um gene alterado, para que os seus descendentes sejam estéreis e incapazes de propagar a dengue, ou simplesmente morram.

As pessoas geralmente não gostam do desconhecido e são alarmistas. Por nunca ter havido uma liberação [em campo] de mosquitos geneticamente modificados, os críticos estão livres para imaginar o que pode dar errado“, disse o entomologista britânico e professor no Imperial College de Londres, John Mumford. Ele também é o principal investigador do Mosqguide, órgão regular financiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), fundado para desenvolver boas práticas para a implantação de mosquitos geneticamente modificados para combater as doenças transmitidas por mosquitos, principalmente dengue e malária.

Se os peixes comem as larvas de mosquitos geneticamente modificados e as pessoas comem os peixes, um medo é como isso pode afetar a dieta das pessoas. Mas estamos esquecendo de que as pessoas comem milho e soja geneticamente modificados (trangênicos)“, disse Mumford.

Por mais de meio século, os cientistas lançaram bilhões de insetos modificados, como por exemplo as moscas de fruta, para salvar as plantas, mas até agora não houve uma liberação de insetos geneticamente modificados para salvar os seres humanos.

A ONG baseada na Malásia, Pesticide Action Network-Ásia e do Pacífico, se opôs contra um pedido para a liberação de mosquitos geneticamente modificados com o fundamento de que isto “pode ter conseqüências para o ambiente e para a saúde, bem como apresenta riscos decorrentes da transferência horizontal de genes“, escreveu o seu diretor executivo , Sarojeni V. Rengam, que destacou a “possibilidade de novos riscos à saúde para os seres humanos e animais …. o inseto pode se tornar mais virulento, agressivo, ou sua mordida pode ter efeitos diferentes sobre o hospedeiro.

Mohamed Idris, presidente da Associação de Consumidores de Penang, na Malasya, argumenta: “Há maneiras mais segura e benéficas para combater a dengue do que criar espécies alteradas, cujo impacto sobre o meio ambiente é desconhecido.

O que Mumford esqueceu de dizer quando afirmou que também comemos trangênicos é que várias pesquisas apontam para gravíssimos problemas oriundos de dietas baseadas em alimentos trangênicos. A alguns meses atrás reportamos neste blog um estudo que mostrava ligação de trangênicos com alta mortalidade infantil e esterilidade

Mas a parte mais chocante deste comunicado de imprensa é que nos últimos 50 anos os cientistas lançaram bilhões de insetos modificados no ecossistema. Tem havido muito pouco debate público sobre se deveríamos interferir com a natureza através da introdução de bilhões de novos organismos. É compreensível que em relação aos mosquitos, a maioria das pessoas ache que eles são um incômodo, ou até mesmo uma ameaça à saúde. Portanto, pela falta de conhecimento, a maioria das pessoas irá ler sobre isto e dizer “bem, vamos nos livrar deles então.”

Parece que se os cientistas foram capazes de modificar geneticamente insetos “com sucesso” por toda a última meia década, e pelo menos algumas dessas espécies foi originalmente concebidas para serem armas portadoras de doenças. De fato, existem muitos relatos de que os recentes surtos de dengue podem estar diretamente relacionado às experiências do exército dos EUA coordenada pela CIA. Na maioria dos casos de financiamento do governo para pesquisa científica, há geralmente uma origem militar. A tecnologia está até mesmo sendo utilizada como uma nova falsa ameaça terrorista, de acordo com este artigo do Wall Street Journal.

A ONU relata com orgulho:

Pesquisadores australianos da Universidade de Queensland, financiados pela Fundação Bill e Melinda Gates, receberam, juntamente com o Ministério da Saúde da Malásia, aprovação regulatória para começar em dezembro a liberação de mosquitos infectados com uma bactéria que evita que o vírus da dengue de se multiplique.

Dada a absoluta certeza de que órgãos mundiais como a Organização Mundial de Saúde (OMS) são totalmente corruptos e com suas falsas pandemias indicam alianças com a elite e da falta de uma verdadeira preocupação para a saúde humana, é hora de que nós todos nos tornames céticos sobre os seus esforços. E quando comprovados eugenistas como Bill Gates estão envolvidos no financiamento de tais tecnologias, deve ficar claro que devemos nos opor a essa intromissão na natureza, com o suposto objetivo de “salvar” os seres humanos.

Enquanto isto, nossos vizinhos argentinos irão hospedar o ISBGMO: 11º Simpósio Internacional sobre a Biossegurança de Organismos Geneticamente Modificados. Durante este simpósio, o MosqGuide deverá apresentar um workshop sobre os mosquitos geneticamente modificados. Uma boa chance para levantarmos nossa voz contra esta atrocidade.

Fontes:
Activist Post: Bill Gates Funds Approval of GM Mosquitoes to Combat Dengue
Irin (serviço de notícias das Nações Unidas): HEALTH: Wiping out mosquito-borne diseases – with mosquitoes
Mosqguide ISBGMO11 : workshop on genetically modified insects
IPS News: Plan to Use ‘Killer’ Mosquitoes vs Dengue Draws Fire
Truth Out: Florida Dengue Fever Outbreak Leads Back to CIA and Army Experiments
Wall Street Journal: How Terrorists Could Use Insects for Weapons
The Independent: A giant leap into the unknown: GM salmon that grows and grows

Bill Gates financia mosquitos geneticamente modificados para combater a dengue, 9.8 out of 10 based on 8 ratings

Artigos relacionados:

6 comentários

1 menção

Pular para o formulário de comentário

  1. Atila

    E assim se cria talvez a aberração que vai destruir a humanidade?

    Gostei or Não: Positivo 0 Negativo 0

  2. Gabriel Veloso(Insectopos)

    É intolerável saber que os insetos estão sendo utilizados como “brinquedo” pelo E.U.A…
    Como eu pretendo ser entomologista, penso que o uso dos insetos para tal coisa e uma perda de tempo. Acredito que os cientistas que fizeram isto, provavelmente são egoístas de mais ou cegos por suas próprias ambições.

    Gostei or Não: Positivo 0 Negativo 0

    1. Vitória

      Oi me desculpe, mas achei seu comentário uma ignorância, pois já que você pretende estudar entomologia, você com certeza deve saber que os mosquitos se reproduzem muito rápido. Bom, você deve saber também, que milhares de pessoas estão morrendo por causa da dengue e da malária. Acho seu pensamento de uma pessoa alienada, pois você é quem está sendo egoísta, e com sua própria raça.

      Gostei or Não: Positivo 0 Negativo 0

  3. Paulo Cesar

    Em Juazeiro/BA a biofábrica Moscamed já está lançando no meio ambiente o mosquito da dengue geneticamente modificado. Um projeto da Moscamed Juazeiro/BA e USP.
    Consulte o Google.

    Gostei or Não: Positivo 0 Negativo 0

  4. Paulo Cesar

    Aedes de laboratório? Inseto transgênico é solto na Bahia
    24 de fevereiro de 2011 |
    Torcemos para que este modo de erradicação seja eficaz. Saiba o que acontece com este mosquito geneticamente modificado quando solto no ambiente.

    O mosquito Aedes aegypti modificado gera filhotes que não chegam à fase adulta. Os cientistas misturam material genético de drosófilas (aquelas moscas que ficam nas frutas), ao do mosquito.

    A transformação faz com que seus filhotes produzam uma proteína que causa sua morte ainda no estágio larval ou de pupa (a fase de casulo). Os pesquisadores já estão soltando essa versão transgênica do inseto em bairros de Juazeiro (BA).

    Trabalho no laboratório

    Os embriões são produzidos pela Biofábrica Moscamed, em Juazeiro (BA), e identificados com um marcador fluorescente. Por diferença de tamanho em relação às fêmeas, os machos – que alimentam-se de néctar e sucos vegetais – são isolados antes da fase adulta, quando serão liberados no ambiente.

    Eles serão soltos em cinco bairros da cidade. Lá, concorrerão para procriarem com as fêmeas, o que, em longo prazo, deve reduzir a população local dos insetos.

    A previsão é de liberação de 50 mil mosquitos por semana nesses locais, e a conclusão do estudo está prevista para 18 meses após o início do procedimento.

    Os primeiros 10 mil mosquitos já foram soltos no começo da semana, no bairro de Itaberaba. Amanhã, serão liberados mais 8.000 no mesmo local. A Malásia aderiu a mesma prática recentemente.

    Será que a medida tem algum risco?

    Não há chance de aumentar a incidência da dengue, já que os mosquitos machos não se alimentam de sangue, por isso não transmitem a doença, e sua única função é copular com as fêmeas – informações da bióloga Margareth Capurro, coordenadora da iniciativa.

    Em relação ao possível desequilíbrio ambiental, Capurro afirma também ser praticamente nulo. O A. aegypti não é nativo do Brasil e encontrou um ambiente ideal porque não possui predadores naturais por aqui.

    “Os mosquitos transgênicos vivem por aproximadamente sete dias e não deixam descendentes. Para retirá-los da população de insetos do local, basta parar de abastecê-la com novos indivíduos.”

    Sem a modificação, o ovo do mosquito da dengue precisa de apenas uma semana para se tornar adulto e transmitir a doença.

    Apesar de mais caro, o procedimento pode substituir inseticidas e larvicidas, reduzindo o lançamento de possíveis poluentes no ambiente.

    “O que essas substâncias fazem é selecionar indivíduos resistentes, que não morrem com os produtos”, aponta a bióloga.

    A iniciativa é coordenada pela bióloga Margareth Capurro, pesquisadora da USP, e foi aprovada pela CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança).

    Fonte: Folha / Blogadasaude

    Gostei or Não: Positivo 0 Negativo 0

  5. Marcus Ferraz

    Talvez seja mero acaso, crianças estão morrendo também no meu estado depois que esse mosquitinhos lindos foram soltos, está provando que eles tem um plano, muitos casos de microcefalia lincada ao mosquito…. muito estranho. está provado que bill quer mesmo é castrar o mundo, agora no estado pessoas agora temeram engravidar trazendo para baixo as taxa de natalidades.

    Gostei or Não: Positivo 0 Negativo 0

  1. Tweets that mention Bill Gates financia mosquitos geneticamente modificados para combater a dengue | Blog Anti Nova Ordem Mundial -- Topsy.com

    […] This post was mentioned on Twitter by Daniele Sor, anovaordemmundial. anovaordemmundial said: Bill Gates financia mosquitos geneticamente modificados para combater a dengue – http://t.co/1YlTwnB […]

    Gostei or Não: Positivo 0 Negativo 0

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>